O risco que os fumantes passivos correm

O risco que os fumantes passivos correm

O cigarro é um mal tão grande que não afeta apenas aqueles que são viciados nessa droga lícita, pois em muitas ocasiões é ainda mais prejudicial para quem não fuma do que para o fumante. Um estudo realizado em 1993 nos Estados Unidos concluiu que a fumaça do cigarro em um ambiente, inclusive aberto, é um cancerígeno do Grupo A, o mais grave. Por isso, se você convive com fumantes, tenha cuidado. Se você fuma perto de amigos os familiares, saiba que a vida deles pode estar em um risco maior que a sua.

No ano da pesquisa foram recolhidos dados comprovando que a inalação passiva de fumaça foi responsável pela morte de 3.000 pessoas devido a complicações do câncer de pulmão. Aquelas pessoas que não fumam tem maior chance de adquirir alguma doença respiratória quando convivem com algum fumante, especialmente se isso ocorrer na mesma casa ou ambiente.  Nessas situações, a mulher é mais propensa a adquirir câncer de pulmão.

No entanto, quem mais sofre com o fumo passivo são as crianças. A grande maioria dos casos de doenças respiratórias nos pequenos é decorrente ao convívio com alguma pessoa que fuma. Geralmente isso ocorre porque um dos pais é fumante e além de problemas como bronquite e pneumonia, doenças cardiovasculares acabam se tornado comum quando adultos. Quando a mãe fuma, os malefícios para a criança são maiores devido ao maior contato que ela tem do que o pai.

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